quinta-feira, 2 de junho de 2011

Ê Pagu Ê

"No meu quintal, tem um pessegueiro, com flores cor-de-rosa; onde chupei-te a boca pensando que era fruto/No galinheiro tem oito galinhas: um pato, um ganso, um pinto; no galinheiro, eu fiz um arranha céu com larvas de gasolina/A minha gata é safada e corriqueira, trepa atrás do galinheiro, escancara boca e perna; minha gata pensa que é vampira, mimo de um italiano velho e apaixonado. General de brigada. Dois metros de altura. Pelado e sentimental. Atavismo. O luxo da minha gata é o rabo, ela pensa que é serpente..."


PAGU.
                          

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